Papo de Louco | #011 – Vergonha Alheia

Fala vagabundo! Neste Papo de Louco, Luciano Munhoz, Thiago Sacramento, Tiago Souza e Rudá contam seus causos de vergonha alheia. Quem nunca passou por uma situação constrangedora, que atire a primeira pedra.

Vergonha Alheia
Edição: Luciano Munhoz
Capa: Luciano Munhoz

 

Quem nunca passou vergonha na vida, não sabe o que é viver, não sabe o que é viver com adrenalina.

Desde aqueles pequenos momentos de vergonha súbita decorrentes de uma pequena flatulência no banheiro do trabalho, a uma hecatombe de acontecimentos em uma excursão de escola.

Como diria aquele provérbio chines “A vergonha é quem forma o caráter do ser humano”, no caso dos nossos ouvintes sobreviver aos anos 90 , ajudou a formar o nosso caráter superando cada mico.

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Agradecimentos:

Ageu Silva (Nosso ouvinte honorário) ; Daniela Silva Dias; A todos os ouvintes;

 

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  • Amanda

    vocês são sensacionais!!! arrasaram!!!!

    • papodelouco

      Muito obrigado Amanda 🙂

  • Fala ai, seu loucos!!

    Tenho muitas vergonhas para compartilhar, maaas antes preciso dizer que adoro cagar no banheiro do trampo!!
    Enfim, vamos lá para a lista de situações:

    Passo pela mesma situação de ninguém sentar ao meu lado no onibus ou metro, mas talvez seja por conta da minha aparência. Sou carecão, barbudo (as vezes) e to sempre de fones grandes e óculos escuros (mesmo em dias nublados).

    Já briguei, de quase sair na mão, com um ex-chefe numa festa da empresa na frente de todos os funcionários, estávamos bêbados, claro! Mas ele me ofendeu, falando da minha vida pessoal pra todos ali.

    Eu tive um mini desmaio no Barco Viking do Hopi Hari, eu estava no brinquedo por que fui obrigado.

    Cai na escada de um boteco lotado de gente. Tinha acabado de chegar, nem tinha bebido ainda.

    Já dancei, sozinho, a musica Crank That do Soulja Boy no Bar Barracuda, pagando um mico homérico!!

    Tem muita coisa, eu sou um bosta, nesse sentido, mas sou gente boa!
    Grande abraço.

    • papodelouco

      Fala Fabio ! Blz ?
      Cara,você me fez lembrar de um dia quando eu estava no metro pub, pub localizado perto da estação vila Matilde. Enquanto a banda tocava, um casal muito doido dançava fazendo uns movimentos em câmera lenta, parecia o “um morto muito louco”. Não importava a música que tocasse, a dança era a mesma é sempre no mesmo ritmo. Do nada chegou uma outra garota e começou a dançar perto deste casal do mesmo jeito…. depois outra pessoa e depois mais algumas outras pessoas. Senti vergonha alheia por eles, mas fiquei pensando se era algo contagioso ou se era efeito da terceira dose de Jagermeister que eu estava bebendo.