Sanatório: Por que os homens vivem menos?

A ciência aponta os números mas nunca conseguiu explicar de uma forma concreta o porque os homens vivem menos.

É de conhecimento geral que este dado estatístico nos aponta uma desvantagem no que tange a expectativa de vida masculina no mundo. (Falando assim parece até discurso da Dilma escrito pelos vencedores do curso de redação das olimpíadas literárias de Guaxupé – vou começar de novo)

Seguinte, galera. Todo efeito tem uma causa – já dizia Einstein – e toda causa tem uma motivação.

Mas porque diabos um ser humanos esquentaria sua marmita em uma área isolada de gasoduto ou subiria em uma empilhadeira , sobre uma empilhadeira para trocar uma porcaria de uma lâmpada? Ou até mesmo pedir para aquele seu brother colocar uma extensão sobre uma boia improvisada na piscina apenas para manter uma frigideira elétrica mais próxima da galera enquanto assa aquela carne.

Isso tem uma explicação. Que é a baunilha… não, espera. Que é a bendita gambiarra. Ou, para os mais gabaritados, adaptação técnica.

Sabemos que a gambiarra é a causa ( lenta do papo do Einstein ) mas o “porque”, a motivação, nem mesmo nos homens (no caso do autor que vos escreve) sabemos.

Há estudos feitos pelas universidades americanas que apontam que a teimosia é a causa matriz das gambiarras. Eu diria que não é ousadia refutar qualquer PHD dizendo que a causa real é a necessidade de fazer algo da forma mais barata possível juntamente com a capacidade resolver problemas de forma autodidata.

Isso parece gambiarra, mas não é.

Isso tudo faz parte do desenvolvimento humano desde a pré história até os dias atuais… afinal como o homem das cavernas descobriria a roda, o fogo, a construção de ferramentas se não fosse por esta capacidade de flexibilização das adversidades da vida.

Portanto , sempre que se deparar com um ato heroico e autista  de resolução alternativa de algum problema, ( não é gambiarra) de seres que se arriscam por um bem maior, lembre-se que: Graças a estes conceitos de engenharia artesanal a humanidade chegou até aqui.

Texto por: Luciano Munhoz